Os FREE REPORTS COSTDRIVERS são publicações especiais produzidas pelo nosso time de economistas para apoiar o trabalho dos profissionais de Compras, Procurement e Supply Chain.

Mensalmente fazemos análises sobre o cenário macroeconômico do mercado brasileiro, comentamos oscilações significativas ou divulgamos indicadores específicos dos principais segmentos de mercado (Agronegócios, Plástico e Borracha, Papel e Celulose, Combustíveis).

Veja abaixo a relação dos reports já publicados e clique nos links para baixar gratuitamente.

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Como se preparar para uma boa negociação (outubro 2017)

Negociação não é uma guerra, uma competição em que uma das partes ganha e a outra perde. É um relacionamento, ou seja, uma boa negociação é aquela em que se caminha para chegar ao custo justo. Neste relatório damos dicas de ouro para melhorar suas negociações. Faça download gratuito aqui!

 

Relatórios COSTDRIVERS: faça download gratuito! (abril 2017)

Quer receber os Relatórios COSTDRIVERS de março/abril 2017 com indicadores atualizados, análises focadas no cenário macroeconômico e comentários sobre as oscilações e tendências dos principais segmentos de mercado? Então aproveite, porque este mês eles estão disponíveis para download gratuito!

 

Cursos valorizam o profissional da área de suprimentos (março 2017)

Para turbinar sua carreira em Supply Chain gastando muito pouco, a COSTDRIVERS selecionou cursos on-line de ótima qualidade, e gratuitos, como, por exemplo, os do programa MicroMasters, do Massachusetts Institute of Technology (MIT), série de nível superior imperdível oferecida gratuitamente por uma das mais conceituadas universidades do mundo.

Ao proporcionar essa oportunidade, COSTDRIVERS contribui para valorizar e capacitar não só quem já atua na área, mas os que estão chegando no mercado de trabalho. A iniciativa, porém, apenas reforça o papel da plataforma de melhor parceira do profissional da Cadeia de Suprimentos, no País.

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O impacto catastrófico do populismo econômico de Trump [fevereiro 2017]

Classificado de lunático, o populismo econômico do presidente Donald Trump será uma catástrofe econômica sem tamanho para a economia norte-americana, com impactos na América Latina e turbulências nos negócios, alertaram os economistas do mundo acadêmico dos Estados Unidos pouco antes de Trump assumir oficialmente a Casa Branca.

O populismo econômico é uma abordagem que enfatiza crescimento e distribuição de renda, desestimulando os riscos de inflação e déficit financeiro, restrições externas e a reação dos agentes econômicos a políticas agressivas de não mercado.

Esse viés populista, no entanto, acaba falhando em última instância, mas não porque o ponto de vista conservador seja melhor e sim porque gera políticas insustentáveis.

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Corte da taxa básica de juros não elimina incertezas [janeiro 2017]

A notícia do corte da taxa básica dos juros chegou em boa hora, mas não foi capaz de dissipar o clima desse início de 2017 cercadode muitas dúvidas e incertezas diante do cenário que se desenha na área política. O clima em Brasília tende a ficar ainda mais pesado agora em fevereiro, com os parlamentares se mobilizando no processo de renovação da presidência da Câmara e do Senado. E nesse ambiente também impregnado pelas discussões acaloradas em torno da reforma da Previdência fica difícil esperar compromissos importantes de longo prazo para a área econômica.

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Perspectiva de lenta recuperação em 2017 [dezembro 2016]

O Brasil chega ao fim de 2016 em recessão e tendo como contexto um cenário político que contamina a cena econômica. Com taxa de desemprego nas alturas (acima de 10% e com tendência de alta) e rodeado de escândalos nos setores público e privado, o país entra em 2017 com a perspectiva de recuperação lenta e, mesmo assim, somente a partir do último trimestre do ano.

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Como o profissional de compras mudou nos últimos anos? [novembro 2016]

Compras deixou de ser uma área meramente operacional de aquisição de produtos para se tornar estratégica dentro das organizações.
E o papel do comprador, visto agora como um analista de compras, tornou-se também essencial. A COSTDRIVERS tem acompanhado e registrado esta evolução em seu blog, através de entrevistas com especialistas, consultores, executivos e profissionais da área.

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Papel e celulose: como a valorização do real pode afetar o setor que ainda não tinah sentido a crise [outubro 2016]

O mercado de papel e celulose, que vinha passando ao largo da crise econômica no País, agora é pego no contrapé com a tendência de valorização do real frente ao dólar acentuada na primeira metade de outubro. Em apenas duas semanas, a moeda americana saiu do patamar de R$ 3,40 para ser negociada a R$ 3,18 influenciada pela alta do petróleo no exterior e, principalmente, em razão da mobilização no sentido de recolocar na pauta do Congresso Nacional o tema da repatriação de recursos não declarados no exterior. A valorização do real reduziu as receitas brasileiras com exportação e em consequência disso as empresas do setor estão perdendo valor na bolsa.

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A economia em marcha lenta: como mercado interno, câmbio e petróleo vão reagir a crise? [setembro 2016]

O ambiente de incertezas que cerca o País aponta que a retomada da economia, presumida entre o fim de 2016 e o início do próximo ano, chegará lentamente. Sem a recuperação do consumo e serviços, que são ligados ao emprego e à renda, e também dependem de como anda o alto endividamento das famílias, segue difícil imaginar um crescimento mais expressivo.

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Siderurgia brasileira: crise sem precedentes. [julho 2016]

O consumo de aço no Brasil retrocedeu em pelo menos uma década, devendo encerrar 2016 em 18,2 milhões de toneladas, o mesmo patamar de 2006. O longo período de valorização do câmbio é apontado como o principal responsável pela não competitividade da indústria brasileira. O aumento dos custos internos sem compensação na taxa de câmbio reduziu o poder de competição industrial, gerando aumento das importações e queda nas exportações.

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25 dicas da COSTDRIVERS para o profissional de compras. [junho 2016]

A plataforma COSTDRIVERS tem se mostrado uma poderosa ferramenta para quem atua na área de Suprimentos, já que aumenta o poder de negociação dos compradores com informações organizadas e atualizadas que permitem a identificação de oportunidades e a criação de um cenário capaz de definir novas formas de ação estratégica.

Para contribuir na formação e no aprimoramento do novo profissional de compras, a plataforma oferece 25 dicas de como o mercado tem assimilado as novidades nessa área e as soluções encontradas pelas empresas para enfrentar e sobreviver a esse período de transição da economia brasileira.

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Petróleo: persiste o cenário de incerteza e especulação [maio 2016]

O cenário desenhado para os preços do petróleo para os próximos meses é de incerteza e especulação, com dois importantes fatores: A desvalorização do dólar, que torna a commodity mais atrativa para compradores em outras moedas; e as especulações sobre novas tentativas de acordo entre os países exportadores de petróleo.

Os preços do petróleo saíram do patamar de preço de US$115/barril, em junho de 2014, e começaram a cair pelo excesso de oferta e desaquecimento da demanda.

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Cotações e especulações sobre o dólar diante do cenário político atual [abril 2016]

O Congresso autorizou a abertura do processo de impeachment contra a presidente Dilma Rousseff. Os níveis de incerteza e insegurança, porém, continuam altos, como mostrado pela cotação diária do dólar um dia depois da votação, que fechou a R$ 3,59. O mercado sabe que um impedimento, por mais que assinale um ponto de virada na história política do país, não é a solução para todos os problemas econômicos e sociais brasileiros.

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Energia Elétrica: O que esperar para 2016? [março 2016]

Depois de aumentar 45% somente na região Sudeste, em 2015, a tarifa de energia elétrica deverá crescer menos, em 2016. Além do desligamento de 21 usinas termoelétricas, que vai reduzir o custo de geração das empresas distribuidoras, e da perspectiva de retomada dos níveis dos reservatórios, em março a bandeira tarifária passou a ser amarela, deixando o patamar vermelho pela primeira vez desde que o Sistema de Bandeiras Tarifárias foi criado. Em abril, entra em vigor a bandeira verde, que indica a ausência de cobrança adicional para o consumidor. Isso pode representar uma redução de até 6% na tarifa de energia elétrica.

O Sistema de Bandeiras Tarifárias foi a novidade introduzida pelo governo nas contas de energia a partir de janeiro de 2015.  As bandeiras verde, amarela e vermelha indicarão mensalmente se a energia custará mais ou menos, em função das condições de geração de eletricidade.

Mesmo com as mudanças no cenário do setor elétrico, é difícil mensurar o impacto dessas decisões para os consumidores, já que o custo varia de acordo com a distribuidora. Outros fatores impedem que a redução na conta de luz seja maior e compense os fortes aumentos registrados no ano passado. Dentre esses fatores está o repasse, aos consumidores, da Conta de Desenvolvimento Energético (CDE) e o pagamento dos empréstimos feitos pelo governo para socorrer as distribuidoras.

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O caráter da política monetária no Brasil. [fevereiro 2016]

Sempre que a meta da inflação corre o risco de estourar, o Banco Central aumenta a Taxa Selic na tentativa de regular a oferta de moeda em circulação na economia. Foi assim que a Taxa Básica de Juros passou de 8,18%, em 2013, para 13,35%, em 2015. Para segurar a inflação, o BC, em 20 de janeiro, anunciou manter a taxa básica de juros em 14,25%, decisão baseada na desaceleração da atividade econômica atual do país.

A Selic é uma taxa referencial de juro definida pelo Banco Central, o órgão responsável pela regulação dessa principal ferramenta da política monetária brasileira, que funciona por meio de um sistema de metas voltado para o controle inflacionário.

Como responsável pela condução da política monetária, o BC precisa mexer na taxa Selic para que o país recupere a confiança dos investidores. Deixar onde ela está hoje é postergar o inevitável, mas a mudança seria o primeiro passo no longo caminho da retomada. Bem minúsculo, mas serviria para melhorar a imagem do Brasil no exterior. Serviria, pelo menos, para um “começo” da recuperação da confiança de todos os agentes do mercado.

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Petróleo: Entenda a atual crise e as perspectivas para o Brasil no ano de 2016. [fevereiro 2016]

O preço do petróleo não para de cair desde maio de 2015. O barril do óleo tipo Brent, principal referência internacional, chegou próximo de US$ 25 logo nos primeiros quinze dias de 2016, a menor cotação nos últimos 12 anos, e não há indícios de recuperação pelo menos enquanto persistir a superoferta mundial da commodity, estimada atualmente em 1,5 milhão de barris.

O excesso de petróleo no mercado é resultado da relutância dos sauditas em eliminar a concorrência de mercados produtores alternativos de petróleo mais caro, sobretudo o produzido nos Estados Unidos a partir do xisto. Para agravar ainda mais o quadro, além do desempenho ruim da economia chinesa, o petróleo do Irã deve voltar aos pregões das principais bolsas de commodities do mundo após o término das sanções internacionais impostas pela ONU ao país.

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Tendências 2016 [dezembro 2015]

Diante da deterioração do cenário econômico atrelada à gestão equivocada das contas públicas e à crise política instaurada, a previsão é que a economia brasileira chegue ao final de 2015 com uma retração superior a 3%.

Como não há sinais de estabilização, a expectativa é de que, em 2016, a tendência de queda seja mantida, com o país encolhendo desta vez por volta de 2% em relação ao exercício que agora se encerra.

Com o PIB negativo, inflação elevada e o Dólar supervalorizado em relação ao Real, o cenário montado para 2016 é no mínimo sombrio. Os economistas esperam que a inflação oficial chegue a 6,64% e que a queda do PIB seja de 2,04%. O Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) fechará 2015 em 10,38% e o Produto Interno Bruto (PIB) com redução de 3,19%. Se confirmado, será o pior resultado em 25 anos, ou seja, desde 1990 – quando houve retração de 4,35%.

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Reduzir custos: Uma questão de sobrevivência [novembro 2015]

A agenda das empresas mudou. Diante da fragilidade do atual cenário econômico do País, com o Produto Interno Bruto (PIB) em queda livre, escassez de crédito e incertezas em relação ao futuro, em vez de investimentos na produção, a prioridade agora é cortar custos.

É o que indica uma pesquisa realizada pela Bain & Company com executivos de 30 empresas de 25 setores da economia. A maioria dos consultados (77%) concorda que, no momento, a gestão dos custos é tarefa essencial para o desenvolvimento do seu negócio.
A preocupação maior desses executivos é com os custos relacionados à Logística, Infraestrutura industrial e despesas gerais e administrativas, respectivamente. Pesquisa e Desenvolvimento, Marketing e a manutenção do parque industrial são as áreas geralmente preservadas pelas empresas em tempos de crise.

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IPCA ou IGPM? Nehum dos dois! [outubro 2015]

Para não errar no cálculo da variação de preços de insumos e produtos é preciso considerar um conjunto de indicadores de mercado e não apenas os índices genéricos de inflação, como IPCA e IGP-M.

Logo de saída é importante observar que os cálculos da inflação, medida com base no IPCA, do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) e no IGP-M, monitorado pela FGV (Fundação Getúlio Vargas), podem apresentar comportamentos diferenciados com o passar do tempo, pois os índices registram diferenças metodológicas.

Mas estas pequenas divergências entre os índices oficiais podem ser pequenas diante das variações que normalmente ocorrem entre elas e alguns indicadores específicos.

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Dólar [setembro 2015]

O momento não é confortável para Brasil. Esta é a conclusão da análise especial realizada pela equipe econômica do COSTDRIVERS neste mês de Setembro de 2015.

Junto a uma profunda crise política, o país enfrenta uma escalada do dólar frente ao real sem precedentes. A moeda americana chegou a R$ 3,90, o maior valor desde o início do governo Lula, logo depois que a agência Standard & Poor’s rebaixou a nota de crédito do Brasil. Este fortalecimento do dólar frente ao real, associado à desaceleração econômica moderada da China, colabora para derrubar os preços e a demanda das commodities, hoje o carro chefe das exportações brasileiras. Pra completar, a redução de demanda da China tem impactado diretamente o setor de siderurgia, mineração e petróleo.

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Macroeconomia 

O dragão da inflação está voltando a assombrar os brasileiros! O Indice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) do mês de junho acelerou para 0,79% após alta de 0,74% em maio. Esta foi a maior variação mensal do índice desde 1996. Nos últimos doze meses, a taxa acumulada ficou em 8,89% e, no acumulado de 2015, o índice já atinge uma alta de 6,17%. Baixe o report para ler mais.

 

Agronegócios

Trigo terá área plantada reduzida em 10,8%

Apesar do excesso de chuva, o ritmo da colheita de milho nas principais regiões produtoras do país está próximo do verificado na safra passada. No Mato Grosso, o Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (IMEA) informa que até o início de julho chegou a 30,5% da área semeada, quando na safra anterior 32,7% da área havia sido colhida. Baixe o report para ler mais.

 

Plástico e Borracha

Dados divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) indicam que a produção física de embalagens plásticas em maio teve queda de 2,8%. Ao analisar o acumulado do ano, a produção foi menor do que mesmo período do ano passado. Baixe o report para ler mais.

 

Papel e Celulose

O mercado brasileiro de papel e celulose continua se beneficiando da valorização do dólar em relação ao real. A projeção para 2015 é a de que a produção de papel continue fraca, em função da baixa demanda interna. Já a celulose deve ganhar ainda mais com as exportações. Baixe o report para ler mais.

 

Combustíveis

A Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) informa que a demanda por gasolina caiu 5,4% entre janeiro e maio, enquanto o mercado de etanol hidratado subiu 34,9%, no mesmo período. O consumo de diesel registrou queda de 2,5% no primeiro semestre em relação ao mesmo período do ano passado. Baixe o report para ler mais.

Comentários

  1. Bom dia!

    Como faço para receber a newslatter? Não vi nenhum tópico falando sobre isso…

    A opção que existe, é a visita do site para busca destas informações.

    • Olá, Gilberto! Para fazer o download de nossos reports mensais você pode acessar esta página: http://goo.gl/1moEcR. Após preencher o formulário em qualquer um report, você já fará parte do nosso mailing e todo mês receberá por e-mail nosso material. Obrigado!

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